Venda de imóveis novos em São Paulo mantém desempenho em abril - Apê11

Venda de imóveis novos em São Paulo mantém desempenho em abril

Por Natasha Meneguelli em 31 de maio de 2021

A venda de imóveis novos em São Paulo manteve o desempenho em abril, de acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário (PMI) do Secovi-SP. 

Para Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, “passado mais de um ano desde o início da quarentena em razão da pandemia de Covid-19, o setor imobiliário está mais seguro e tem mantido bom desempenho nas vendas, com aumento dos lançamentos”. Entenda os principais resultados do estudo.


Vendas

Em abril foram vendidas 4.083 unidades residenciais novas, um crescimento de 112,3% em relação ao mesmo mês de 2020 (1.923).

Os imóveis econômicos continuaram representando a maior parte do total das comercializações, com 64%. O perfil mais vendido também se manteve: unidades de 2 dormitórios, com área útil entre 30 m² e 45 m² e preços de até R$ 240 mil. 

“Esse tipo de empreendimento vem contribuindo para o bom desempenho do mercado e também foi fundamental para superarmos as dificuldades impostas pela pandemia”, explicou Emilio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

O uso de novas ferramentas de comercialização e o uso dos meios digitais foi destacado.  “O marketing digital, por exemplo, surtiu efeitos impressionantes e, comparado a igual mês de 2020, foram registrados em abril os melhores números da série histórica da pesquisa do mercado imobiliário, iniciada em 2014”, disse Petrucci.


imoveis novos


Lançamentos

Também houve crescimento no número de lançamentos, de 150,3% na comparação com abril do ano passado. No acumulado dos primeiros quatro meses de 2021, o resultado foi 95,5% acima do mesmo período de 2020.

“O momento é bastante promissor para quem pretende comprar um imóvel novo. Entre os fatores positivos, estão a oferta de recursos e a manutenção das taxas de juros dos financiamentos imobiliários, apesar da elevação da taxa Selic”, afirmou Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP. 

Apesar das vantagens apontadas por Jafet, há preocupação no setor por conta da alta do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Esse aumento faz crescer a pressão em relação aos custos dos empreendimentos, que serão repassados para o valor final do imóvel e para o comprador em algum momento.

O índice teve alta de 13% no acumulado de 12 meses terminados em abril, ficando acima do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), de 6,76% no período. Ainda, fechou 2020 com um aumento de 8,5%, que foi o maior aumento acumulado para um ano nos últimos dez anos. A média anterior era de 5%. Um dos motivos é o aumento do custo dos insumos, como aço, cimento e outros produtos.

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